sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Jobs for...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Uns devem...
Mais 4600 novos nomes numa lista de devedores à Direcção-Geral dos Impostos que já vai a mais de 22 mil pessoas e empresas [14255 singulares; 8096 colectivas]. Isto numa lista que começou com 13 mil nomes. sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Portugal precisa de dinheiro

Para quê trabalhar no sentido de evitar os maus exemplos das pessoas que são pagas "principescamente", às custas do Estado?
Para quê trabalhar no sentido de evitar exemplos como os dos abusos na Assembleia Regional Madeirense sobre as verbas recebidas, às custas do Estado?
Para quê cortar nos rios de dinheiro que são despejados nas contas partidárias, às custas do Estado?
Para quê rever as super obras que sempre prenderam o imaginário politico de quem detém o poder, mantendo-as às custas do Estado?
Para quê rentabilizar o nosso património, eliminando os maus exemplos como o da Câmara de Lisboa que são perpetuados às custas do Estado?
Para quê poupar em coisas como as auditorias externas, que são milhões às custas do Estado?
Para quê fazer isto tudo, quando podemos sugar os contribuintes, sejam eles individuais ou colectivos, até porque o “Estado” que sustenta todos os abusos que estão acima mencionados… somos todos nós.
Apertar ainda mais “o cinto”? Com certeza. Comecemos por aqui:

quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Para os Euribois de carga

Eis o resultado da excessiva timidez do BCE [não que a alteração deve-se ser subita]. Quem a paga… que carregue [ou que se lixe… como preferirem]. Ainda bem é que o Primeiro-ministro tem confiança… salve-nos isso [ou disso… como preferirem].
Ainda em relação a esta taxa recomendo o Paradigma Económico do Planetas Politik.
Já Louçã propõe duas medidas de emergência para combater a subida da Euribor:
- a atribuição de crédito bonificado aos desempregados de longa duração;
- a permissão para que o dinheiro aplicado em PPR’s possa ser utilizado para amortizar os empréstimos à habitação.
Verdade seja dita que o Bloco de Esquerda está sempre atento a injustiças sociais e a abusos, agora só falta aprenderem que o Estado não tem recursos ilimitados…
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Sócrates poupa euros ao Estado
O Primeiro-ministro e a família feliz [11 elementos do Governo] entregam hoje os primeiros “Magalhães”. Propaganda? Nem por isso. Acontece que faltava mão-de-obra para poderem entregar os 3000 computadores; então Sócrates decidiu pedir ajuda aos elementos do Governo para carregarem as caixas e isso… assim o Estado sempre poupa alguns euros na entrega.Resta saber se Sócrates também vai ceder ao seu lado símio, deixando cair um computador no chão para provar a sua durabilidade e resistência.
Entretanto e porque o assunto é escolas, registo que a Ministra da Educação quer aprovações plenas no final do 9º ano. Acho muito bem. Luta contra os chumbos… proibindo-os. Vendo bem, é a maneira mais fácil.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Para meia resposta, resposta e meia
No auge da cooperação institucional, o PS força sua mão no estatuto dos Açores com meia resposta. Em jeito de resposta e meia, Cavaco Silva, fala no veto político. quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Cotovelada estratégica

Bloco Central

De volta que está às lides políticas, Pedroso não perdeu tempo em associar a sua imagem pública, com algo que não termine em “ia”.
Longe de comentar o empurrãozinho que Pedroso decidiu dar ao PSD [que António Borges já agradeceu], com a aliança das alianças, prefiro relevar a facilidade com que se fala na necessidade de “garantir a governação” com uma maioria absoluta [ou acordo com vista a]. Terreno perigoso este o de equiparar a boa governação, a uma governação sem obstáculos de maior. Se as boas governações só fossem possíveis em maioria, a democracia escusava-se a existir.
Sei que este é um conceito difícil de abarcar, nestes tempos de mão de zinco PSócratista, no entanto há que ter em conta que a funcionalidade [o facilitismo] não pode [só por si] sobrepor-se aos princípios que viabilizam a democracia. Devemos a todo o custo resistir a ideias que nos levam pelos meandros da ex-proposta sobre a Lei eleitoral autárquica, ou da redução da importância do factor proporcionalidade, entre o poder político e a sociedade [sacrificada já o suficiente]. Lá porque os nossos partidos não sabem conviver numa atmosfera completamente democrática, isso não significa que nos tenhamos que nos resignar a isso.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Só pode ser brincadeira

Era só o que faltava…
Enquanto a uns se congela e se dificulta, a outros acelera-se.
“Rotina e desmotivação”, encaixa-se bem em todos os casos… amanhem-se todos ou nenhuns.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Politiqueiros
“O Governo aprovou hoje o novo regime jurídico das armas, que prevê a aplicabilidade da prisão preventiva em casos de crimes cometidos com detenção ou com recurso a arma proibida. O documento prevê, ainda, que as autoridades possam deter indivíduos que tenham armas ilegais, mesmo que não seja em flagrante delito.” Público
Mais uma volta nas políticas de tampão. Prisão preventiva para cá e para lá, mais e menos, vai e volta… Governar assim também eu… ao sabor da corrente… e dos períodos eleitorais… O mesmo pode dizer-se do PSD, que faz a oposição do aproveitamento político. Daqui a uns tempos, a insegurança passa de moda, as operações policiais batoque acabam e volta tudo ao mesmo.
A política está a ir para as couves, porque os políticos brincam ao poder, não governam.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Super bófia
É oficial, temos mais um policia de serviço... o poder político.quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Cobrar, cobrar e cobrar

sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Futeboladas políticas
"O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, considera que os jogos de futebol do campeonato são "eventos desportivos" que servem como "factores de identidade portuguesa", no mesmo plano que as comemorações do 25 de Abril ou as celebrações de Fátima, pelo que se enquadram no contrato de concessão do serviço público assinado entre o Estado e a RTP." Público [edição impressa]
Contratos a conta gotas, politicas de bolso

Foi resolvido agora o problema deixado [link] por uns que gostam de se gabar [link] do seu período na pasta da defesa, acerca dos EH-101 comprados "recentemente" para a Força Aérea.
O ministro Nuno Severiano Teixeira, assinou hoje [link] os contratos de manutenção e contrapartidas dos helicópteros da Força Aérea EH-101.
Ou seja, já não vão andar avariados por ai...
terça-feira, 22 de julho de 2008
Quinta da Fonte e os apoios

Foi a minha irmã mais nova que me chamou a atenção para o que eu escrevi no último post sobre a Quinta da Fonte. De facto o que eu escrevi pode ser mal entendido por falta de explicação melhor, dado que deixado como está, esse post é uma generalização abusiva da realidade. Não queria de maneira alguma dar a entender que toda a população que lá vive possui os tais plasmas e playstations, nem queria implicar toda a população de etnia cigana nesse grupo de “abusadores”. Com o meu post pretendia sim chamar a atenção para alguns aspectos que são deixados de lado, pois aparecem junto de aspectos mais perturbadores, que pela sua natureza desviam a atenção de quem os observa. Com o drama que se desenrola nesse bairro é fácil deixar escapar situações que parecem à primeira vista normais. Refiro o exemplo de uma equipa de reportagem que mostrou a situação desesperante [admito-o], de uma família que viu a sua casa vandalizada e os seus bens roubados. Num bairro social, não parecerá estranho que uma família tenha [se a memória não me falha] um plasma, dois leitores de DVD [o que pressupõe uma segunda televisão], playstation para os filhos [que não é exactamente barata e pressupõe também os dispendiosos jogos], isto para além de outros bens, esses sim essenciais, como máquina de lavar roupa, frigorifico, etc. O que se passa com este cenário? Abuso dos apoios que lhes são proporcionados ou apoio concedido indevidamente, é das respostas mais óbvias.
Engana-se porém aquele que pensa que este problema se resume aos ciganos, aos negros, aos brancos ou aos cor-de-rosa com bolinhas amarelas. Menos ainda aqueles que acham que são as classes mais baixas as únicas que prevaricam. Não precisei de sair mais longe do que a denominada classe média para encontrar bolsas atribuídas a pessoas que delas não precisavam. A não ser que se considere um carro próprio, relógios caríssimos e por ai em diante, bens de primeira, segunda, ou mesmo terceira necessidade. Digo também: Com factura é um preço, sem factura é mais barato… quem nunca ouviu esta pérola? E o que dizer das fugas de impostos milionárias que “não” acontecem todos os anos? O que falar das derrapagens bilionárias nas obras públicas que alguns metem no bolso? Como explicar as cunhas e corrupçõezinhas que “não” acontecem todos os dias? De que maneira podemos encarar os enormes ordenados [e reformas] de gestores e altos titulares de cargos públicos? É com leveza de espírito que se burla tudo e todos, deste que estas burlas estejam justificadas, desde que se consigam olhar ao espelho ao acordar de manhã. Que justificação? O egoísmo, encoberto por uma nuvem de explicações e explicaçõezinhas. Muito facilmente as pessoas enganam-se a si mesmo quase com a mesma facilidade que se apressam em julgar outros. Até nas coisas mais pequenas. Muitas vezes ouvi pessoas a dizerem, o empregado(a) enganou-se no troco… mais fica… ou poderia até falar das empresas que se aproveitam de situações em nome do lucro. Ladrões? Claro que sim. No entanto, perde-se o significado negativos das acções quando trazidos à luz da realidade mais mundana. Justificações existem aos pontapés, porém a realidade… essa é só uma.
Mediante este cenário é difícil dizer quem é mais chupista. Voltando aos apoios. Estará o problema na atribuição desses apoios? Nem por sombras. O que poderá justificar que pague o justo pelo pecador? Nada. Muitas são as ideias que tenho sobre como melhorar o sistema, porém não será agora que as partilharei. Mantenho-me por enquanto pelo simples, mais apoios [não necessariamente monetários] e controlo mais eficiente. Só quero acrescentar a isto, que “no mundo dos espertos” em que muitos vivem, impera a burrice e a incerteza. Nesta linha, aqueles que pensam beneficiar da sua esperteza, estão a ficar privados das riquezas que poderiam advir da sua própria inteligência.
Fala-se muito de racismo acerca da Quinta da Fonte, no entanto, olho para a situação e das últimas coisas que me ocorre como causadoras, são os problemas étnicos ou raciais. Ou como põe o PNR, “(…)os portugueses podem ver com os seus olhos o que são os tão apregoados “benefícios” da imigração.” [curem-se, porque essa virose é perigosa… o nome cientifico é acefalia congénita…] Certo é que seria mais fácil simplificar o problema e atribuir as causas a tais diferenças, porém no cerne da questão estão tensões sociais, produto de anos seguidos de politicas sociais erradas [a França que o diga]. Os portugueses que lá vivem não são nenhuns anjos, mas para quem ainda acredita em anjos, devo dizer que o pai natal não existe. É muito fácil pegar na “bosta social” e aglomera-los longe da vista, auto-regozijando pelo caminho, com o bom coração de quem dá subsídios e habitação quase de borla. O problema é que a bosta social está nos políticos e responsáveis que pensam que é assim se resolve este problema. Não podemos nos esquecer que estamos a falar de um bairro de uma grande dimensão, que regista uma sobrelotação dos alojamentos. É muito bonito e fácil isolar populações, mas é estúpido pensar que isso não trará consequências negativas. Ao invés de jogar dinheiro ao problema, dever-se-ia jogar integração social, incentivos à educação, acções de formação, criação de um espírito saudável de comunidade, e não estar à espera que uma sociedade civil [já fraca de si] consiga fazê-lo por si só.
Agora sim apresento uma solução para o problema. Se os responsáveis e políticos forem obrigados a ir viver para a Quinta da Fonte, não tenho a mínima dúvida que em questão de meses [senão semanas] haveria mais policiamento, melhores acessibilidades, uma melhoria das condições de vida, mais qualidade nas infra-estruturas de apoio, sendo que a vantagem para os políticos que o fizessem, seria uma espécie de formação intensiva sobre a realidade do país [o que se recomenda a muitos, para não andarem por ai a falar, de pança cheia] …
quarta-feira, 2 de julho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Paralização... do cérebro

E muito felizes estão os que aparecem na televisão – como se de grande coisa se pudessem orgulhar – enquanto falam de atropelos dos direitos uns dos outros. Entretanto o combustível acaba, os produtos alimentares perecíveis começam a escassear e inevitavelmente o sentimento de segurança em Portugal, já débil de si, começa a esvair-se. Não podemos confundir o direito a protestar contra aquilo que se considera errado, com o direito a fazer o que nos dá na telha. A liberdade é uma coisa muito bonita, que perde a sua beleza quando se transforma em libertinagem. A esfera de liberdade de cada um, é algo que não pode ser transposta e deve ser defendida, sob pena de perdermos, em última análise, a liberdade de que nos orgulhamos. Por muito boas que sejam as razões que levam a protestar, nunca essas razões justificam este tipo de atitudes.
Passemos agora para o “outro lado” da questão. A polícia não faz nada? Se me vierem assaltar agora, devo telefonar para a polícia ou para os camionistas? Porque pelo andar das coisas eles mandam mais. E do Governo? Silêncio… Ontem falou o Primeiro-ministro e disse nada. O Ministro das Finanças, nada tem para dizer. Mário Lino idem. Da Administração Interna, nem uma palavra. (pelo menos até às 14:00 de hoje) Ninguém quer ser o mau da fita… as eleições estão perto… não sabem o que fazer… Ou seja, o Estado de direito, não tem força (ou vontade) suficiente para se, manter…
E o que dizer da oposição? Nicles, népias, niente, nada. O que dizer de uma esquerda que se indigna tanto com “o dia da raça” e o ataque que este representa, aos valores de Abril, aos valores democráticos e não abre boca perante este cenário. Ou mesmo de uma direita que se mantêm calada. Também têm eleições, também não querem ser os maus da fita, querem que o governo se espete… pois é. O problema é que vivemos numa era de políticos de meias medidas, que pouco se interessam pelo correcto, quando posto em oposição a sondagens ou ao poder. Isto acompanhado de uma política cega, de combate ao défice e de um desleixo social que proporciona as condições ideais para uma maior revolta, quando o cinto aperta até mais não se poder…
