sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Do Europeu aos Jogos Olímpicos

Pondo à parte o drama tibetano (e/ou direitos humanos), penso ser importante referir que no europeu, a SIC, a TVI e a RTP brindaram-nos com emissões em directo do autocarro da selecção a ir e a vir, da viagem de avião , do hotel, do que comiam os jogadores ao pequeno almoço, ao almoço e ao jantar, do tipo de papel higiénico que usavam, etc.


Chegam os jogos olímpicos. Excluindo algumas referências minimas, só na RTP2 podemos encontrar algo decente, com documentários e transmissões... Triste... Muito triste...




Dito isto, e numa altura em que estas coisas acontecem.







Direitos do trabalho e Democracia


No blogue A voz do povo encontrei uma petição online que poderá interessar...


Petição Pelos Direitos do Trabalho, pela Democracia, que pode ser consultada (ou assinada) aqui.


Na referida petição lê-se:


To: Presidente da República Portuguesa, Assembleia da República Portuguesa


As propostas de revisão do Código do Trabalho apresentadas pelo Governo PS, se fizessem vencimento, representariam um enorme retrocesso social e um novo e grave empobrecimento da democracia portuguesa, já hoje seriamente debilitada. Elas revelam um intolerável espírito de serviço ao poder económico: desregulamentam o horário de trabalho, permitindo o aumento dos limites diários e semanais, sem pagamento de trabalho suplementar ou nocturno; facilitam os despedimentos individuais sem justa causa; fragilizam a negociação colectiva, permitindo que o patronato, por declaração sua obtenha a caducidade dos contratos colectivos; atacam a liberdade de organização sindical; tornam mais barato o custo do trabalho, tornando mais injusta a distribuição da riqueza socialmente produzida entre remunerações do trabalho e pelos lucros do capital. Estas alterações para pior de um Código do Trabalho que já era mau são um escândalo para a nossa consciência livre e democrática. É importante que cada trabalhador compreenda que não é a precarização do trabalho dos outros que beneficiará as suas condições de trabalho Não pode ser aceite que o poder político entregue ainda mais poder a quem já o tem, à custa de quem é crescentemente esbulhado dos seus direitos fundamentais. A protecção constitucional do direito ao trabalho e do trabalho como fonte de direitos é fundamental à democracia portuguesa. Pelo contrário, a ofensa a esses direitos enfraquece a democracia. A política que permite que o grande capital possa contar com uma mão de obra barata, para fazer crescer os seus lucros, tem no nosso país uma negra história de cumplicidades ao longo da ditadura fascista. Quando em nome da “modernização” capitalista se argumenta hipocritamente com a liberdade de escolha individual de cada trabalhador para conseguir destruir direitos do conjunto dos trabalhadores e de cada trabalhador, é bom lembrar que essa argumentação é velha e foi derrotada há mais de 150 anos. É a política deste governo que é velha e retrógrada. Nós, trabalhadores intelectuais, não a deixaremos passar.

Sincerely,
The Undersigned

Divirtam-se...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Libertem o Tibete

Amanhã (dia 8) irão haver duas manifestações de apoio ao Tibete.
Uma no Porto (Praça da Liberdade) e outra em Lisboa, em frente à









Para lá chegar!..

Autocarros: 773, 720, 738

Eléctrico: 28

Metro + próximo: Rato)

Mantenham-se informados sobre o assunto no blogue,

Grupo de Apoio ao Tibete


Cavaco e o espaço aéreo


Cavaco manda fechar espaço aéreo em Albufeira, o que significa que os aviões estão proibidos de sobrevoar casa de férias do Presidente.




Acho muuuuito bem. Não podemos dar abébias á Al Qaeda.

Cobrar, cobrar e cobrar


Ando cá com uma azia, que curiosamente piora sempre que leio algumas notícias.

Como esta, por exemplo. Agora querem cobrar maiores portagens a quem anda de carro sozinho. Não me levem a mal, pois considero o ambiente uma prioridade, mas já me sobe no goto a estupidez deste pessoal que anda para ai a mandar (que inclui tudo).


Não vou sequer mencionar a lista infindável de coisas que se pode fazer antes de se começar a cobrar. A óptica chupista que se instalou as mentes de quem decide, é a meu ver, o atestado de incompetência dessas mesmas pessoas. Não se faz nada sem sacar uns euros de alguém... A empresa está com problemas? Reduz-se os empregados, cortam-se as regalias, congelam-se carreiras. As finanças estão desiquilibradas? Aperta-se o cinto, o botão, a braguilha. O ambiente está na fossa? Cobra ao condutor...


Amigos, com soluções dessas nem meio neurónio é usado.

Não ouvi?

Aceitei com muita honra, porque senti a obrigação de não deixar o partido no vazio criado pela actual direcção” Ângelo Correia



Será que ninguém percebe que Manela precisa de meditar sobre o estado do país e por ai em diante?
Até parece que o PSD quer ganhar seja lá o que for.

Recomendo (outra vez)

Epa... até já está a ficar chato, mas mais uma vez recomendo um post do , "O mérito deve ser premiado?" Qualquer dia os poucos leitores deste blog deixam de cá vir e vão directamente pô Jumento.
Note-se que nesse post está referenciada uma passagem do editorial de Nuno Pacheco [do jornal de Belmiro de Azevedo].
«O que fará o aluno com o dinheiro? Esquece de imediato a escola e vai comprar uma consola de jogos, que certamente o diverte mais. Pior: passa a trabalhar com um único fito: o de receber o cheque, não o de se preparar para a vida. Porque a vida que a escola já lhe ensina fica reduzida a isto: o conhecimento serve apenas para ganhar dinheiro.»
Deve ter sido isto que aconteceu a Nuno Pacheco... para escrever coisas destas...

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Nada de nada

Não diz, não tira, não dá, não aparece...
Não gosta daquelas misturas... arraiais e festas e comícios e isso. O ideal seria nem falar para e com os eleitores... para quê? Que maçada.
Aparentemente também não gosta de fazer oposição... campanha... não gosta de ser presidente do PSD...
O silêncio técnico, está a transformar-se em estupidez selectiva. Durante o Verão vai andar caladita (como é obvio).
Estou para ver, quando Manuela irá ser presidente do PSD.
Para quem começou por dizer que o seu partido não tinha feito oposição, está a se esforçar muito por manter a tradição.
Deve gostar de se contentar com as sobras percentuais que a acefalia do governo permite.... Enfim....

E então quem se responsabiliza?


Quem se responsabiliza? Ninguém como de costume... Uns irão dar numa de Pilatos... outros fugirão com o rabo à seringa... E como sempre, quem se lixa é o mexilhão...

Tinha ideia era que já existiam cartas registadas com aviso de recepção... tinha essa ideia....

O lugar do ladrão é no tribunal

O Tribunal de Almada foi assaltado com o objectivo de levar a caixa multibanco. [já é o segundo]

Por uma razão ou outra o ladrão acaba sempre no tribunal...

Mas como se costuma dizer, casa roubada trancas à porta.

É no minimo engraçado



No blogue, Um dia qualquer encontrei a veia cusca do Ministro das Finanças (ver aqui)

Terá com certeza


Terá sem qualquer sombra de dúvidas. Bush vai sair da Casa Branca.

O Populismo e a Demagogia [3]


A demagogia e populismo tornaram-se mote para aqueles que pretendem descredibilizar a posição contrária, como se a mera menção destas palavras resolvessem só por si as questões. Tornou-se moda acusar outros de demagogos e populistas, quando estes perfilam uma ideia de politica económica ou social diferente [ou até mais realista, digo eu], de tal forma que chega a ser demagógico ser-se anti demagógico ou anti populista. Se sairmos do âmbito daquele que é o status quo das políticas económicas e/ou sociais, somos automaticamente considerados demagogos ou populistas. Na verdade, quando acusamos alguém de populismo, isso diz mais sobre aquilo que pensamos de nós próprios. Ao proferir tal acusação estamo-nos a dar como detentores de uma legitimidade racional ou de um realismo verdadeiro que ultrapassa as visões daqueles que se nos opõem.

De facto, existe um conjunto de medidas ou ideias que garantem só por si o rótulo de demagogos e/ou populistas, tais como: baixar impostos; aumentar as pensões mais baixas; actualizar os salários e reduzir a discrepância entre altos e baixos salários; taxar "lucros especulativos” exagerados; corrupção; falar na promiscuidade entre política e negócios; ser contra algumas liberalizações; falar de parasitismo nas bancadas parlamentares; denunciar uma insensibilidade social na política e na administração pública; classificar a méritocracia de agora como cunhocracia. Não poderão os exemplos acima descritos ser a forma de resolver muitas questões que nos assombram hoje em dia? A titulo de exemplo, quando estão os gestores ou altos cargos em causa, é necessário atrair os melhores, oferecendo-lhes as melhores condições, e considerar que a “dignidade” dos cargos passam pela qualidade da remuneração. Quando estão em causa os restantes, aplicar os mesmos critérios torna-se demagógico, sendo necessário o congelamento de progressão na carreira, dos salários, cortes nisto e naquilo… E que resultadão tem isso dado… Está aliás à vista de todos. Noutro exemplo, falar em baixar os impostos é sacrilégio. “Alguns” [e algumas:] até acham que devia ser proibido falar nisso. Quem pensa que o maior problema está na despesa desmesurada e não na diminuta receita, que se amanhe. Como?... Populista?... Com muito gosto…

O Populismo e a Demagogia [2]


O populismo é uma ideologia que nasceu de aspirações democráticas, sedeadas num sentimento anti senhorial, no entanto, na sua forma mais comummente usada, o populismo refere-se a uma orientação política movida pela obtenção do favor popular. Tem se por populista aquele que suporta e apoia um pacote de medidas que agradam sobretudo às classes com menor poder económico. Encara-se frequentemente o populista como fazendo parte do “lado negro” da democracia, que mais interesse não tem, para além da sondagem, na tentativa de obter a legitimação popular. É numa suposta representação do povo, que o populista se insurge [por via de regra] contra as elites e vai assim ganhando uma maior popularidade. A mera tentativa de alcançar uma maior popularidade, agradando o povo, não denuncia só por si o maior populismo, dado que caso assim fosse, todos os partidos e aqueles que obtêm a maioria numa democracia [formando governo] seriam populistas [veja-se os programas eleitorais e a consequente governação]. Uma das razões que é transversal aos críticos dos populistas, é a simplicidade como estes encaram os assuntos. Os críticos vêem normalmente essa simplicidade como enganadora, inconsequente e incapaz de absorver a totalidade das complexas redes que pretende abarcar.


Parte do arsenal de um populista contem as mesmas tácticas que granjeiam um demagogo, por entre as quais se destacam: o confronto directo e quase estóico, em prol de determinadas causas quer elas existam ou não; uma imagem pública habilmente gerida em torno da proximidade com o povo, e de ideias que se colam facilmente; o constante alimentar do alarme social fazendo por isso, um maior uso das ideias que chocam [melhor sendo se no processo forem acusados “os poderosos”]; uma conduta e estratégia balizadas pelo sentimento popular da altura. Presumindo que determinado político pudesse ou quisesse seguir uma lógica puramente populista no desenrolar de um mandato, estaríamos perante uma situação que criaria deformações com efeitos positivos a curto prazo, que traria consigo repercussões negativas a longo prazo. Neste sentido, o populista é tido como aquele que quer algo impossível. Acontece que para assim o ser, temos de pressupor uma orientação politica puramente populista sem substância. Nenhuma medida só por si pode ser considerada populista [ou demagógica], logo a variável está naquilo que fundamenta cada medida apresentada. Mesmo perante a evidência de que nenhuma medida é só por si populista, muitas são tratadas como tal, deixando-nos com o vazio: Ah! Isso é populismo.

O Populismo e a Demagogia [1]


A demagogia e o populismo são conceitos que muitas vezes vemos atirados ao desbarato nas mais inúmeras situações. Mas o que significam na realidade? Uma melhor pergunta seria, quando é que o que motiva o uso destes conceitos, partilha da mesma essência daquilo que se pretende apontar? Dada a natureza destes, torna-se difícil separar o “trigo do joio”, pois o grau de certeza é sempre relativo e advém sempre daquilo que nós pensamos que sabemos, não necessariamente do que é.

Nos primórdios do conceito, a demagogia era encarada como a arte de conduzir o povo e estava desprovida de qualquer sentido pejorativo. Com o passar do tempo [e ainda com os gregos] a demagogia passou a chamar a si uma conotação mais negativa, que implicava o domínio do factor poder sobre a acção daqueles que o desejam ou o mantêm, passando estes a fazer uso de todos os artifícios possíveis, de modo a influenciar a seu favor os detentores desse poder [que em princípio é o povo]. O poder é aqui o conceito central, e em volta deste, é usada a demagogia. Um demagogo pode ser: o que pretende adquirir o poder; o que quer manter o poder; o que pretende fragilizar o poder de outrem; o que pretende exercer o seu poder numa determinada direcção ou de uma determinada forma. A demagogia produz mais efeitos quando actua no campo dos medos e preconceitos dos indivíduos que compõem o grupo alvo. O demagogo define os seus objectivos e “entra” na psique do grupo ou dos indivíduos para saber qual o caminho a seguir, de modo conseguir uma maior adesão à sua causa, que esconde os seus intentos, mesmo quando estes não fazem parte das ambições daqueles que a ela aderem. Esta é uma lógica assente na manipulação, como forma de obter o desejado; algo que não é estranho à sociedade e à mais comum vivência, no entanto aqui o poder e o que o rodeia, é a fonte das aspirações demagógicas.


O campo de acção, por excelência, da demagogia é a democracia, onde o poder reside no povo. De certa maneira, a maior parte do que rodeia os combates políticos tem aparentemente o seu quê de demagógico, especialmente quando nos delimitamos aos períodos eleitorais. É portanto no estabelecimento do que é ou deixa de ser demagógico, que encontramos os maiores problemas. Ninguém consegue com toda a certeza afirmar que seja lá o que for é demagógico, a não ser o demagogo claro está. A fronteira entre algo demagógico e uma simples linha de acção é ténue quando vista de fora. Partindo do princípio que não nos achamos donos de todo o saber e considerando que a um problema, várias soluções lhe assistem, nunca poderemos afirmar que determinada linha de acção é em si meramente demagógica. Na eventualidade de existir um qualquer iluminado que pensa saber tudo e identifica algo como inviável, esse mesmo iluminado fica-se ainda com o problema de estabelecer se quem defende a posição contrária, é ou não demagogo. Isto porque para ser possível acusar alguém de demagogia, teríamos que provar que essa pessoa não acredita nessa via, visando assim, exclusivamente o poder. Excluo aqueles que usam a demagogia para seguir um intento, sendo que os resultados dessa linha são opostos à manutenção do que queriam à partida. Esses são simplesmente estúpidos. Assim sendo, à parte das raras vezes em que a demagogia é mesmo denunciada [sempre posteriormente], ficamos apenas com o cliché barato e sem qualquer substância do: Ah! Isso é demagogia.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Uma questão de nervos


Sou obrigado a concordar com Mário Soares... uma intervenção inoportuna, que merecia mais do que só o que foi dito. A cooperação estratégica não deveria implicar que o Presidente, não se refira a assuntos prementes que estão à vista de todos, e que são preocupação para muitos.
Inoportuna poder-se-á considerar também a intervenção de Mário... deixem para lá.

Louvo a tentativa deliberada do nosso Presidente em se manter à parte das querelas partidárias [que "outros" não conseguiram evitar], mas penso também que silêncio a mais não beneficia em nada a instituição que representa e Portugal. Acima de tudo os portugueses precisam de saber que Cavaco está atento.

Não entro porém nos exageros dos que consideram que agora ninguém vai ligar a uma próxima intervenção, que esta atitude do PR foi o descalabro. Cavaco é o Cavaco e ninguém estava à espera de outra coisa... mantêm-se fiel a si mesmo.

Leio noutros blogues

Recomendo vivamente a leitura deste post, do Jumento, sobre a economia paralela e evasão fiscal.

Tiro no escuro




Segundo o artigo 138º do Código Penal que considera um crime “quem colocar em perigo a vida de outra pessoa expondo-a em lugar que a sujeite a uma situação de que ela, só por si, não possa defender-se; ou abandonando-a sem defesa, sempre que ao agente coubesse o dever de a guardar, vigiar ou assistir”.Sinceramente isto já seria o bastante para condenar os pais da menina inglesa “desaparecida” por crime de abandono. Se não vejamos: a menina foi exposta a uma situação de que ela só por si não se conseguia defender?? Sim, pois num apartamento sozinha uma criança não consegue defender-se do que quer que seja muito menos de alguém que entre no quarto para a raptar. A menina foi abandonada sem defesa sem que o agente, e neste caso os seus próprios pais, a guardassem, vigiassem ou assistissem? Obviamente que sim, pois não foi provado que os pais se deslocaram ao apartamento vezes suficientes, inclusivamente sobre este assunto foram dados depoimentos contraditórios por parte dos amigos que estavam a jantar com os pais da menina.
“Contra factos, não há argumentos”. Que pais são estes que deixam os filhos sozinhos à sua própria mercê enquanto se divertem num jantar com os amigos?? Se fossem uns pais moradores na Quinta da Fonte era considerado negligência e seriam condenados, mas como são médicos ingleses são considerados inocentes e o caso até é arquivado. Poupem-me!!! Se há situações que me revoltam é esta submissão a quem supostamente tem formação, nem que seja apenas académica.
E as escutas telefónicas? E os resultados dos testes de ADN que foram para Birmingham? E porque é que os pais dispensaram o serviço de babysitting disponibilizado pelo hotel? E como é que os gémeos não acordaram com a confusão que se fez sentir naquele apartamento após se detectar a falta da irmã? E porque é que o embaixador inglês foi meter o bedelho nas investigações? Quem é que disse àqueles pais que as crianças naquele apartamento estariam a salvo, se até nas nossas próprias casas acontecem assaltos, roubos, incêndios…???E porque é que o Gonçalo Amaral foi afastado da investigação?
Estas são algumas perguntas básicas para as quais nunca ouvi respostas dignas de qualquer credibilidade durante toda a investigação, a não ser finalmente no livro do Gonçalo Amaral.
E já agora peço a quem de direito que pare de publicar excertos dos apontamentos da mãe da criança pois perante tais escritos não ser reaberto o processo é que deveria ser considerado crime.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Há quem se ofenda

Foram os números relativos ao desemprego que levaram o Bloco de Esquerda a denunciar as mentiras do Secretário Regional dos Recursos Humanos. Já o Sr. Secretário não vê as coisas bem assim, pois considera que o quadro é mais favorável do que o Bloco o pinta.
.
Entretanto este cartaz nas ruas da Madeira trouxe agitação...
Ao Sr. Secretário digo... vá mas é indignar-se com algo que valha a pena [como o desemprego].
Ao Bloco digo... já estão a ficar repetitivos. Os cartazes são sempre os mesmos.

Não deixa de ser bem

Inconstitucional ou não... é uma boa ideia!!!! A verdade é que já estou farto de estar num país onde na maior parte dos sitios não se pode fumar... Nem bem ao mar, nem bem à serra.


Centros comerciais gigantes... não se fuma.
[BAHHHHH]
Cafés... não se fuma.
[BAHHHHH]
Em demasiados restaurantes... não se fuma.
[BAHHHHH]
Na faculdade... não se fuma.
[BAHHHHH]

E por causa desta lei exagerada estou reduzido a um conjunto pequeníssimo de lugares.

O que vale é que estamos no Verão e na altura das benditas explanadas. Qualquer dia...
Já quanto a isto... Só digo... Bla, bla bla bla... bl...

Da quinta para o planalto


Mais um bairro social, mais um tiroteio. Desta vez no Planalto do Ingote [três bairros de habitação social] em Coimbra.
Desta vez o bairro em questão estava protegido pelo pelo acordo “Planalto Seguro”.
Imaginem se não estivesse...
Deve ser muita a vigilância que por lá anda.

Já está a ficar chato

Já não bastava a questão do Magalhães [como se pode ver aqui], agora o carro eléctrico não terá impacto na economia. Tanta propaganda e népias...




Que surpreendente!!!!! Ligue-se à ficha Sr. Primeiro...

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Futeboladas políticas

"O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, considera que os jogos de futebol do campeonato são "eventos desportivos" que servem como "factores de identidade portuguesa", no mesmo plano que as comemorações do 25 de Abril ou as celebrações de Fátima, pelo que se enquadram no contrato de concessão do serviço público assinado entre o Estado e a RTP." Público [edição impressa]
E eu que pensava que o futebol servia para desviar as atenções da política ...
E Ainda, 25 de Abril = a Eventos desportivos [óóóóó Augusto.... então???]


Ministros devem ser pagos com batatas


De acordo com o Público, "A proposta de lei de alteração da legislação laboral prevê que o trabalhador já não tem de dar o seu acordo para que parte da retribuição a que tem direito seja paga em espécie".
Mediante isto, proponho que os Ministros [e já agora, aos gestores e afins] passem a ser pagos com batatas [ou semilhas como se diz na minha terra].
Se esta coisa a que chamam proposta chegou sequer a ser considerada [coisa que ainda ninguém garantiu], voltem atrás e ganhem juízo; dado que esta é mais uma prova que para além do país, também o governo precisa de regressar à escola e aprender mais.

Contratos a conta gotas, politicas de bolso


Foi resolvido agora o problema deixado [link] por uns que gostam de se gabar [link] do seu período na pasta da defesa, acerca dos EH-101 comprados "recentemente" para a Força Aérea.

O ministro Nuno Severiano Teixeira, assinou hoje [link] os contratos de manutenção e contrapartidas dos helicópteros da Força Aérea EH-101.

Ou seja, já não vão andar avariados por ai...

quinta-feira, 31 de julho de 2008

A intervenção dramática


Tanta espectativa... tanto drama... e vem falar no Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores. Sim, tem razão... o Tribunal Constitucional já havia chumbado o diploma, passemos à frente... será que não haveria coisas mais importantes para dizer?!?!? Melhor ainda... dos 100% dos portugueses que viram a intervenção, qual será a % dos que perceberam o que raio estava El Presidente para ali na dizer?

Até parece que estou a ouvir: "O meu bolso está vazio e tá para ali a falar de estatutos!?!??!?!"

Já o PSD Açores considerava que o Tribunal Constitucional ao declarar inconstitucionais oito normas do novo Estatuto Político-Administrativo da região não poria em causa o documento (aprovado por unanimidade pelo Parlamento).
O que será que diz agora? Afinal o Presidente interrompeu as férias... (o PS)
O presidente do Governo Regional dos Açores já declarou estar decepcionado com o Presidente da República, só por ter requerido a fiscalização preventiva da constitucionalidade... Agora então deve estar a bufar.
Quem quiser ouvir outra vez o comunicado, pode consultar esta página.
Já agora... estou mesmo farto de ouvir a expressão "A montanha pariu um rato".
O momento passou com relatório da Autoridade da concorrência, mas agora, já nem piada tem. Usem a imaginação pelo menos, com algo novo, tipo: "O monte pariu um passarinho"

TAP e a conversa de sempre


No primeiro semestre de 2008, a transportadora estatal registou prejuízos de 136 milhões de euros. De acordo com a TAP este é o pior resultado dos últimos anos, o que "reflecte o brutal aumento do preço dos combustíveis".

Será só o preço dos combustiveis o culpado? Não duvido que os preços dos combustíveis contribuam para o pior resultado dos últimos anos, mas o que dizer dos restantes anos? Se não é s combustiveis, é o 11 de Setembro, se não são couves, são batatas...

Só oiço falar de "redução de custos com pessoal, que inclui, por exemplo, a redução dos ganhos extraordinários e a suspensão do adiantamento de subsídio de doença", note-se que não falarem em reduzir salários é um milagre. Vá-lá que esta equipa de gestão já cortou 10% nos seus salários, não obstante, andam a ganhar muita coisinha e soluções que é bom... nada... quer dizer, são sempre as mesmas. Entretanto é no contribuinte que pesa a má ou pouca gestão...
Já agora, por coisinha.. refiro-me a isto, que encontrei no blog Activismo de Sofa ["No entanto, há umas semanas atrás, ficou-se a saber que, em cinco anos, o salário do Administrador da TAP quadriplicou. Fernando Pinto passou de 190 mil euros para 840 mil euros de vencimento anual. Um aumento de mais de 300 %. Nada mau…]
Querem ganhar muito? Pelo menos apresentem resuldados.
Para grandes salários, grandes resultados.
Dito isto... esta é a melhor equipa de gestão até agora... veja-se bem

MEP


Temos mais um partido! O MEP, Movimento Esperança Portugal.


Se estão interessados o programa do partido encontra-se aqui.



Só espero que não seja... mais um... A ver vamos.

Abaixo o mamanso das petrolíferas

Já era tempo de alguém se impor...




De acordo com o DN da Madeira [também pode ser visto aqui] o Governo Regional da Madeira vai acabar com o mercado liberalizado dos combustíveis, passando o preço a ser afixado quinzenalmente.
Chamem anti-liberalismo... Populismo.... chouriço assado...
Sempre é melhor do que falsas "taxas xerife de Nottingham".
Alberto João, mais socialista que Socrates... quem diria...

Are you fucking my cat?


Querem saber até onde pode ir o comportamento homofóbico?


Vejam aqui!!!
"O indivíduo que baleou os vizinhos por acreditar que um deles, pelo facto de ser homossexual, estaria a sodomizar o seu gato foi ontem condenado, no Tribunal São João Novo, Porto, a cinco anos e seis meses de prisão efectiva. José Maria Correia, 53 anos, empregado de mesa, foi condenado por homicídio na forma tentada e detenção de arma proibida."
"(...)estava convicto de que "este era homossexual e que pudesse ter havido contactos de natureza sexual entre o vizinho e o gato."