quarta-feira, 8 de outubro de 2008

É só crânios lá


Vira o disco e toca o mesmo

O Banco Central Europeu, a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra, decidiram através de uma acção conjunta cortar nas taxas de juros em meio ponto percentual.

Pouco, muito pouco… confirmada uma total falta de … pii… políticos e de visão global, da parte do BCE.

O crime há-de continuar


Tendo em conta a passividade do PSocratismo e da entidade reguladora… O roubo feito aos condutores diariamente, há-de continuar…
O que diz muito sobre o nosso futuro:

Obama vs MacCain


Para além do já habitual nojo que marca as campanhas políticas deste país [democracia de ponta], com os ataques pessoais e bocas elevadas ao quadrado, vi um Obama que se preocupava em responder a perguntas, e que não se escusava de responder ao adversário à letra, e um MacCain que se preocupava em esfregar o currículo na cara do adversário, enquanto dançava com frases feitas que caem bem e a pouco respondem [a verdadeira natureza do seu currículo depois de tantos anos no congresso].

Surpresa do bullying



terça-feira, 7 de outubro de 2008

Flexibilidade ao cubo

Incompetente ou corrupto?




Vai ser aprofundado o estudo até o próximo ano [Março, 2009], o que é fantástico, pois isso dá toda a oportunidade para as gasolineiras alterarem o seu comportamento. Como se isso não bastasse, o Sr. Manuel Sebastião continua a falar na "existência de um comportamento paralelo no mercado", o que é um bonito sapateado que descreve a concertação de preços abusiva e à descarada que tem vindo a ser levada a cabo por ladrões… agora sim digo que existe uma onda de criminalidade crescente.


O PS porque não sabe mais onde se meter, decide-se por meter as mãos pelos pés reclamando da data apresentada. Só é pena é que PSócrates não pode adiar mais a coisa, não é amigos? Bem fez o CDS-PP que “vai chamar ao Parlamento o presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP) Carlos Barbosa para apresentar o estudo sobre o preço dos combustíveis, divulgado ontem.” Haja alguém que faz o trabalho da Autoridade da Concorrência.

Incompetente ou corrupto? Certamente ineficaz…
TIREM A MÃO DO MEU BOLSO… JÁ.

Lisboagate ainda vai criar mártires



O pedido surge pois Costa que não quer queimar-se com o Lisboagate [o que já se provou na falta de defesa do “seu camarada”], pediu um parecer à Comissão Nacional de Protecção de Dados, acerca da divulgação da tal lista.

O que é realmente belo é que estes partidos [o BE e principalmente o PSD], que sempre pactuaram com esta situação irão agora querer pôr-se num “patamar moral” mais elevado em relação a este assunto.

O que não me consigo esquecer, é dos anos e anos a fio que estes partidos pactuaram [e pactuam] com estas e outras situações do mesmo género [enquanto a maminha está boa], deixando a sua indignação e pedidos de esclarecimento para quando as situações vêm ao de cima.

Políticas troca-tintas é sempre uma coisa bonita de se ver.

O Kosovo é independente


Luís Amado, justificou que “é do interesse do Estado português reconhecer hoje o Kosovo”…” Público

Após esta tomada de posição, para o Estado português o Kosovo é independente.

Razões:
- o processo de independência tornou-se "irreversível";
- o direito internacional não pode resolver um problema político;
- o reconhecimento é importante para reforçar a UE e a NATO;
- houve mudanças geo-políticas com a intervenção russa na Geórgia

O PSD admitiu aceitar as explicações do Governo para este reconhecimento, já o CDS-PP, PCP e Bloco de Esquerda, estão contra.


Devo de confessar que sempre fui favorável à independência do Kosovo e não duvido que mais tarde ou mais cedo o reconhecimento seria inevitável e até necessário, não obstante penso que Portugal deveria ser mais cuidadoso do que está a ser.
Ponho em dúvida as pretensões do Governo nesta matéria, por reconhecer que aqui poderá estar a ceder ás pressões internacionais, bem como ter em vista um mendigar de “certos lugares” a que aspira…
Não vamos é hostilizar muito os Sérvios e o seu "pedido de parecer de Belgrado ao TIJ sobre a legalidade da declaração unilateral de independência do Kosovo." Não vá o diabo tece-las, assim damos uma no cravo e outra na ferradura... tipicamente português.

Estupidez? Não!





Sá Fernandes por sua vez defende-se com a falta de autorização pela CML para aquela mensagem xenófoba. Logo depois Pinto Coelho disse que “só "anti-nacionalistas" consideram que o cartaz tinha uma mensagem xenófoba.”

O que é lindo… o PNR quer discutir a legalidade do cartaz e da acção da CML? Faça o favor… agora vir dizer que a mensagem não é xenófoba e racista… por amor de Deus… poupem-nos…

Para um partido incapaz de apresentar soluções, é normal que arranjem um bode expiatório para a criminalidade… é mais fácil. Já para não falar que a única maneira que este partido tem para "aparecer", é metendo "a pata na poça mais funda".

Da crise ao pacote


Riscos de falência, falências, nacionalizações, semi-nacionalizações, injecções de capitais, desestabilização, enfim a crise pela qual atravessamos, que teve o seu inicio nos E.U.A. no principio deste ano. Uns reclamam por regulação com o intervencionismo em mente, outros por uma reforma do sistema capitalista [que felizmente na Europa sempre esteve mais contido].
A ideia de uma “economia de mercado” liberta de quaisquer restrições sempre me pareceu condenada ao falhanço, mesmo considerando os benefícios que daí advieram. Numa visão extremamente simplista, diria até que poderia ser aplicada uma comparação desta com um esquema em pirâmide à escala global, onde se constroem autênticos castelos de areia. Compreenda-se que não é no sistema em si, nem sequer os desígnios pelos quais este se movimenta, que encontramos o verdadeiro problema. È no descurar do input da componente humana sobre este sistema, que faz falhar a teoria.


Nesta crise de crédito [com especulação à mistura], Portugal sempre dependente de um financiamento exterior que tem vindo a mingar, vê a sua situação agravada com a recessão técnica ou estagnação dos países que importam os nossos produtos. Na procura de estabilidade, o nosso Primeiro-ministro assinou [juntamente com os restantes Estados-membros] uma “declaração em que os 27 se comprometem a adoptar medidas para a estabilidade do sistema financeiro europeu e dar protecção aos depositantes.” Logo depois [e na linha do que já havia sido feito pela Irlanda e pela Alemanha], o Ministro das Finanças veio assegurar que “aconteça o que acontecer as poupanças dos portugueses em qualquer banco que opera em Portugal estão garantidas”.


Com isto pretende-se evitar o pânico [uma corrida aos depósitos], na esperança de manter a estabilidade. È uma boa mensagem, embora que tardia, pois pretende-se com isto pôr fita-cola numa política errada. Acontece que as poupanças têm vindo a ser atacadas ao longo dos anos [e não só por este Governo], como é exemplo o caso mais recente dos certificados de aforro, e é aí que querem agora armar-se em Macgyvers [como já é costume]. Recordo que estamos perante impossibilidade de aplicar um plano Paulson [graças a Deus] na U.E., dado não sermos uma federação e por nos faltar a unidade necessária [é de competência nacional], embora seja possível aplicar uma espécie de plano Paulson “dividido”. De qualquer das maneiras, por cá cresce a expectativa em relação ao próximo Orçamento de Estado, pois é urgente saber como e que o governo planeia combater a crise e proteger o nosso tecido empresarial [isto, para além dos “paninhos quentes”]. Talvez fosse uma boa ideia, antes de enveredar por mundos e principalmente fundos, pôr o Estado a finalmente pagar o que deve, quer porque isso já seria em si uma injecção de dinheiro importante, quer porque nada trás mais estabilidade do que um Estado “de bem” [adiante…].


Ainda nesta última semana foi aprovado em Concelho de Ministros, um pacote de medidas que implicam a revisão do regime sancionatório no sector financeiro [criminal e contra-ordenacional], e uma evolução nas regras de supervisão financeiras, ou seja, novas penas, novas multas, e mais poderes para os supervisores.


As coimas aplicadas a bancos [B.], empresas cotadas [E.C.], seguradoras [S.] e a outras instituições financeiras, quando sujeitas a contra-ordenações muito graves, passam para cinco milhões de euros [o dobro do valor actual]. Estas novas medidas prevêem também a possibilidade da coima superar este valor, por “agravamento da coima máxima aplicável quando o dobro do benefício económico exceder aquele montante”. A ideia subjacente é a de que quando a vantagem financeira for mais elevada, a punição sofrerá um agravamento.


No caso da “violação dos deveres de informação” [mentir aos supervisores], esta deixa de ser uma contra-ordenação normal e passa a ser muito grave, o que limita a “margem de manobra, aos mesmo tempo que providencia mais alguns meios de investigação aos reguladores. Ainda no que toca a transparência, os B. e as S. terão que prestar [aos supervisores] informações sobre o “nível de exposição e controlo de riscos, avaliação de activos, nomeadamente dos transaccionados em mercados poucos líquidos ou transparentes”, bem como a obrigatoriedade de comunicação das participações e interesses detidos nas denominadas offshores.


A pena de prisão que corresponde a ilícitos criminais sofrerá alteração, passando de 3 para 5 anos de prisão. O Governo também decidiu pôr o dedo na publicidade dos produtos financeiros complexos, sujeitando-a à aprovação prévia das “entidades de supervisão com competência nesta matéria.” No seguimento do plano de eliminação dos obstáculos à renegociação das condições do crédito, será alterado o regime da titularização dos créditos, como forma de adequa-lo em termos legislativos.


Foi também no que respeita os salários dos gestores, que foram feitas alterações, na tentativa de conter os “efeitos perversos” [a curto prazo] dos sistemas de remuneração. O que não deixa de ser importante, pois a verdade é que os accionistas, que deveriam ser os primeiros fiscalizadores, estão muitas vezes alheados da realidade das empresas e desempenham muitas das vezes um papel pouco activo.
Assim: os accionistas dos B., E.C., e S. vão passar poder decidir só pagar os prémios dos gestores no final do mandato; a política de remuneração passará a incluir “mecanismos de limitação da remuneração variável no caso dos resultados evidenciarem uma deterioração relevante do desempenho da empresa”; a política de remuneração [e não os valores] dos membros dos órgãos de gestão e fiscalização, por via de uma declaração, passarão a ser aprovados em Assembleia Geral [aplicável a instituições financeiras e E.C.]; impõe-se a obrigatoriedade em divulgar nos relatórios anuais, a política de remuneração e os montantes pagos.


No que se refere à supervisão, haverá um reforço da acção concertada das três entidades [Banco de Portugal, CMVM e Instituto de seguros de Portugal] de supervisão, com a sua sistematização em diploma legal, acompanhada de um reforço de competências do Conselho Nacional de Supervisores. Procede-se à introdução da figura do processo sumaríssimo no sector bancário e segurador, junto com a publicação das decisões condenatórias, e agiliza-se da intervenção sancionatória das entidades de supervisão sobre ilícitos de menor gravidade.


Quanto este pacote de medidas, a verdade é que estas são boas medidas, que não se destinam à actual crise, mas sim à prevenção de desequilíbrios futuros. Como tal, podemos dizer que estas caem que nem uma luva num Governo que prima pelas intervenções tardias e insuficientes…

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Telhados de Vidro



Porém, não é que como que o PSD possa atirar pedras, tendo em conta os seus telhados de vidro… nomes tão faceis de apontar como o do Sr. PS da Mota-Engil.

Está confirmado o que já se sabia


(Uniformização? Não...)

Pedroso afundou-se no Portugal Profundo


Reproduzo aqui o post Liberdade e movimento, do blogue Do Portugal Profundo .

"O processo n.º 4859/05.7TDLSB da 3.ª Vara Criminal do Tribunal da Boa Hora em Lisboa no qual eu (Arguido) estava a ser julgado por alegação de 49 crimes de difamação e pedido de indemnização cível de 150 mil euros por queixa intentada por Paulo José Fernandes Pedroso contra mim, António Balbino Caldeira, relativamente a posts que escrevi neste blogue Do Portugal Profundo sobre o caso de abuso sexual de crianças da Casa Pia terminou na sexta-feira, dia 3-10-2008, com a desistência da queixa e do pedido de indemnização cível
por parte de Paulo Pedroso (o Assistente) e o seguinte texto:


“Tendo as partes, através dos seus advogados, verificado que os posts em causa, publicados no blogue Do Portugal Profundo, não estão acessíveis na Internet e declarando o arguido que os mesmos já não existem no blogue desde 2004, tendo sido eliminados, tendo em atenção que, tal como tem vindo a ser sustentado pela Defesa, o Arguido nunca pretendeu com tais posts imputar qualquer prática criminal ao Assistente e consequentemente atingir a honra e consideração do mesmo, tudo tendo feito a título de comentários do que diariamente era publicado na comunicação social. Em função do texto que antecede o Assistente desiste da queixa.Dada a palavra ao Arguido, este aceitou a desistência.”

Sou homem: penso, sinto e ajo. Sou cristão: não acredito na vingança. E sou cidadão: livre. Nada de pessoal. Com base naquilo que foi publicado, escrevi sobre aquele que é o maior escândalo do pós-25 de Abril em Portugal: em defesa das crianças; dos denunciadores do Horror dos abusos de décadas sobre centenas de meninos órfãos e indefesos, numa instituição do Estado criada para os proteger; e dos corajosos investigadores da Polícia Judiciária e magistrados que ousaram resistir aos ataques do poder político.



Comento factos públicos: não acuso porque não sou do Ministério Público; nem julgo porque não sou juiz. Por isso, não imputo crimes a ninguém. Mas, como cidadão livre, posso opinar sobre os factos, não me sujeito a qualquer censura e não me vergo perante o poder, nem sequer em processos políticos. Tenho o direito à liberdade de expressar a minha opinião sobre factos e, até creio, a obrigação cívica de intervir politicamente.


Foi isso que eu disse na contestação e no tribunal.


Aquém disso, desde 27 de Outubro de 2004, data da busca nocturna de minha casa e da casa de minha mãe, que eliminei os arquivos do blogue, por ter confirmado nesse dia que me tinha tornado um alvo. A queixa de Paulo Pedroso surge mais de seis meses depois, em Maio de 2005. Depois dessa, mais outra; e ainda uma de José Sócrates por causa do Dossier engenheireiral que eu já tinha exposto em Fevereiro de 2005.Neste processo, Paulo Pedroso tinha indicado como suas testemunhas:


- o primeiro-ministro José Sócrates
- o presidente da Assembleia da República Jaime Gama
- o ministro José António Vieira da Silva
- o presidente da Câmara Municipal de Lisboa e ex-ministro António Costa
- o ex-presidente da República Mário Soares
- o ex-presidente da República Jorge Sampaio
- o candidato a Presidente da República Manuel Alegre
- o ex-primeiro-ministro António Guterres (Alto Comissário do UNHCR)
- o ex-presidente da Assembleia da República António de Almeida Santos
- o deputado e ex-ministro José Vera Jardim
- o ex-ministro e ex-secretário-geral do PS Eduardo Ferro Rodrigues
- o ex-juiz e ex-secretário de Estado José Manuel Simões de Almeida
- o ex-bastonário da Ordem dos Advogados José Miguel Júdice

Encerra-se assim, agora, a favor da liberdade de expressão, da blogosfera empenhada e da cidadania lusa activa, o quarto processo que sofri desde 2004, relativo, como os outros, a alegados delitos de opinião sobre o que escrevi e publiquei neste blogue Do Portugal Profundo. Uma via de sacrifício e resistência:
- começou em 27-10-2004 com a busca nocturna de minha casa e da casa de minha mãe, e a apreensão do meu computador com a tese de doutoramento, pela suspeita de "desobediência simples", um processo em que fui julgado e absolvido;
- prolongou-se neste processo por queixa de Paulo Pedroso que agora termina;
- continuou com outra queixa de Paulo Pedroso relativa a outro blogue no qual foi pedida a eliminação do meu blogue e fui constituído arguido sem nada ter a ver com o assunto, arquivado após menção minha de procedimento judicial;
- e prosseguiu com a queixa do "primeiro-ministro enquanto tal e cidadão José Sócrates" contra mim por causa do Dossier que fui publicando em 2005 e 2007 e que foi arquivada em Janeiro de 2008.

Este resultado é o produto da unidade rija da família, da fraternidade dos amigos, da amizade dos conterrâneos, do companheirismo comunitário dos comentadores, da solidariedade dos blogues, da companhia dos leitores, da oração dos humildes e da intimidade do povo, que todos juntos sob a força da graça de Deus, concorreram com a brava, sábia, persistente e generosa intercessão decisiva do meu Amigo advogado, dr. José Maria de Jesus Martins.


Como sempre, Do Portugal Profundo, continuo solidário com os meninos abusados da Casa Pia. Eu acredito nas crianças.

Termina uma etapa dura e outra na vanguarda se abre. Porque se mantém válidos os princípios morais e continua a luta pela democracia directa, liberdade, separação dos poderes e dignidade do Estado. Um movimento de reforma política para a democracia directa da IV República.


Nota: Este processo era anterior aqueloutro (o quinto) meu, cuja confirmação de desfecho favorável eu noticiei em 25-9-2008, contra Paulo Pedroso e João Pedroso, por solicitarem a eliminação do meu blogue da Internet e eu ter sido
constituído arguido sem qualquer razão ou relação com o assunto, em queixa, já arquivada, contra o blogue Grande Loja do Queijo Limiano. Intentei, por isso, uma acção face a esta segunda queixa de Paulo Pedroso. O tribunal de 1.ª instância condenou Paulo Pedroso e o seu advogado João Pedroso a pagar-me 2 500 euros de indemnização e o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou o veredicto."

Açores entram em modo campanha


PS, PSD e os pequenos partidos estão a dar mais gás às acções de rua e a inflamar progressivamente os discursos preparados para os comícios nocturnos.” Público

Começam as deslocações às ilhas neste modo campanha, com o PS e o PSD Açores desdobrando-se pelas ilhas. Uns [PS-Açores] querem se manter no poder, outros [PSD-Açores] querem evitar a renovação partidária… continuando. O PSD decidiu se modernizar e atacar via You Tube com estes maravilhosos vídeos de campanha, aqui e aqui. Já o PS também tem umas coisinhas no You Tube, mas guardou-se para o Site de campanha.

Ah! Nos outros partidos:
No BE, Zuraida Soares e Cláudia Neves, falam com pessoas...
A CDU faz uma conferência de imprensa, apoiando-se no programa eleitoral...
No CDS/PP Açores, Artur Lima entretém-se com o PP nacional…

MEP aponta para 2009


Na discussão da estratégia eleitoral, os congressistas foram unânimes na defesa da ideia de que os abstencionistas e "os descrentes da política" e "desacreditadas dos partidos", são o "alvo principal" do MEP.” DN

Desses é o que não falta em Portugal [vá-se lá saber porquê…], assim sendo têm muito “peixe” no mar português.

Campanha nos E.U.A, sempre a bombar




De acordo com Obama a campanha de Maccain está a concentrar-se somente no ataque à falta de experiência do candidato democrata e em denegrir a imagem deste.
Não percebo… A única coisa que a campanha de Maccain fez, pela boca de Sara "The Cheerleading Pitbull" Palin, foi evidenciar o carácter terrorista de Obama [!?!?!?!]. Qual é o problema?


Aparentemente o candidato democrata dá-se com terroristas… Quem? Bill Ayers [da esquerda radical] um antigo membro do grupo Weather Underground, que reivindicou vários atentados bombistas, na década de 60, nos E.U.A. [Obama tinha 8 anos].
Joe Lieberman [apoiante de McCain] já veio dizer que “não se trata do que Obama fez aos 8 anos, mas sim do que fez aos 38.”
Sim aos 38, altura em que Obama trabalhou com Ayers numa organização de caridade, no mesmo Estado que o elegeu como Senador [Illinois].
Bahh! Deixem-se de tretas e votem em Palin… porque… errr… por causa da fronteira do Alasca.

domingo, 5 de outubro de 2008

Recomendo

O melhor de Estrela Serrano [membro da ERC], pode encontrar-se aqui.

Do nosso 5 de Outubro


Tempo de celebração num Portugal atulhado de boas intenções, que de vazias têm tanto como de vãs.
É o 5 de Outubro português onde se brincam às politiquices, no mesmo lugar onde se põe a descoberto o Lisboagate de um país que muitos “gates” ainda tem por descobrir.
É o país que comemora o advento da República, mesmo quando ainda não se livrou de muitos dos fantasmas que nos assolam desde 1910.


O Presidente da República falou da nossa realidade… os “tempos difíceis”, e os “fracos índices de crescimento económico”...

O que é vivido pelos cidadãos não pode ser iludido pelos agentes políticos. Quando a realidade se impõe como uma evidência, não há forma de a contornar”.
(…)
Afastámo-nos dos níveis de prosperidade e de bem-estar dos nossos parceiros europeus. Ainda não invertemos a insustentável tendência do endividamento externo
” Público

Cavaco Silva também apelou aos portugueses para que se mobilizem e não baixem os braços perante as dificuldades. Fico é com pena que aos portugueses o Presidente se dirija directamente, enquanto que aos políticos deixe-se ficar num mar de indirectas.

O que vale é que José Sócrates não deixa dúvidas… O Presidente estava a falar para ele. Embebido na sua retórica de algibeira [algo que é muito comum no PSocratismo], o Primeiro-ministro não deixou de encontrar uma "consonância perfeita" entre o PR e o Governo. Consonância essa que de tão perfeita até cheira a conversa fiada.

"..ambição no sentido de que sejam enfrentadas as dificuldades não apenas portuguesas, mas de todos os países europeus e dos Estados Unidos" Público

Fala em fraca prosperidade, Sr. Presidente? Falo na crise de fora… Sim, porque o Governo não tem uma pinta de culpa sobre a situação actual da nossa economia. O problema vem de fora [mesmo que ainda não tenha chegado] e PSócrates não nos deixa esquecer esse ponto, usando-o como tábua de salvação para esconder a ineficácia das suas políticas.

Fala em défice, Sr. Presidente? Falo em estabilidade das contas públicas… Sim, o milagre da resolução das contas públicas. Com tanta pompa e circunstância tal bandeira foi içada, não deixando margem para dúvidas que os nossos problemas já iam longe [longe do zero ou do crescimento sustentado entenda-se]; de tal maneira que até a maioria da nossa letárgica oposição, prefere surfar na chamada onda de criminalidade, a tocar na economia. ["haja verdade"]

Fala em portugueses que sofrem, Sr. Presidente? Falo nuns teóricos 130 mil idosos que escaparam à pobreza, e numas quantas medidas sociais… Sim, as medidas sociais de um Governo que começou a ser social, lá por volta de Maio \ Junho [deste ano], com os olhos postos no ano eleitoral que se avizinha, jogando para “debaixo do tapete” a imagem de um Governo autoritário e inflexível que vinha ganhando forma [mérito do PSocratismo].
Agora os cidadãos são importantes… ou deveria antes dizer eleitores?


Assim se honra a República, assim se faz Democracia… bom 5 de Outubro.

sábado, 4 de outubro de 2008

Até onde o olho alcança


Num país:

Com 1,330,044,544 pessoas [CIA - The World Factbook, July 2008 est.], onde existem 10 milhões de mendigos, 11 milhões de subalimentados, 150 a 200 milhões de sem abrigo;

Em que os camponeses que representam 63% da população, correspondem a 34% do consumo total;

Onde há uma discrepância galopante entre os ricos e pobres, por entre a qual a classe média luta com unhas e dentes para se manter;

Onde há um total desprezo pela vida humana, o que inclui a politica de restrição à natalidade [desde 1979], sob a qual é oferecido a famílias necessitadas sete vezes o salário anual de um camponês, pela esterilização compulsória [isto quando não se confiscam propriedades com o mesmo propósito];





Em que o capitalismo selvagem aparece coberto por um lençol de retórica comunista;


Onde a corrupção é generalizada, onde não existe liberdade sindical, onde os direitos dos trabalhadores são histórias de encantar;

Que prima pela falta de respeito pelos seres vivos;










Onde a total ausência da liberdade de expressão vive acompanhada pela arbitrariedade da policia Secreta;

Onde os níveis de poluição sobem a olhos vistos, por falta de monitorização suficiente.



Enfim… China, um país que define “como orientação e objectivo a construção duma sociedade socialista”. Ou pelo menos é o que o PCP diz…

Santana vs Triunvirato


Tomei conhecimento no Público [que soube através do Sol], que Santana Lopes vai ser o candidato do PSD à Câmara Municipal de Lisboa, nas próximas eleições.

Mesmo com a sombra do Lisboagate, Ferreira Leite opta por Santana e pelo seu “projecto para Lisboa”, para combater o triunvirato [!!!] Costa, Sá Fernandes e Roseta.

Promete…

Lisboagate com João Soares

João Soares vai testemunhar no Lisboagate, o caso maravilha.

Este caso já foi mote para João Soares ter vindo a público dizer que não percebe porque é que o camarada Costa, não saltou em sua defesa… [eh! eh!]

Entretanto as autoridades já tentaram o tentaram notificar, mas esqueceram-se que João Soares é deputado do PS e goza de imunidade parlamentar.
Um pormenorzito sim, mas há um processo... convém segui-lo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

“Ilhas com Futuro” vs “Melhor é Possível”

São os Açores ao rubro com as eleições.

Como nestas coisas não há nada melhor do que ver por si mesmo:




Ao carregarem nas imagens, poderão visitar os sites dos respectivos partidos.

Limito-me a acrescentar que "Melhor é possível" já tem o carimbo do MEP...

Já que estou ladrão



Recomendo



Recomendo no blogue Portugal dos Pequeninos o post, "O Dr Costa no seu submundo".




Também faço o favor de "roubar" a foto do post...

Uniformização? Não…


Bem…
Na quarta-feira a Cepsa subiu 2,5 cêntimos no gasóleo, e 2,7 cêntimos na gasolina.
A BP ajustou os preços ontem
A Galp aumentou hoje o preço da gasolina 95 em dois cêntimos, e o do gasóleo em dois cêntimos.A Repsol subiu hoje o o preço da gasolina 95 em dois cêntimos, e o do gasóleo em dois cêntimos.



PCP e a “alternativa de esquerda”





Agora que se aproximam as eleições, o PCP não quer perder posição, ao mesmo tempo que tenta atrair algum eleitorado de esquerda. Assim, o partido mantém as frentes de combate, na direita e no “inimigo comum” [PSócrates], como parte da luta constante contra o capitalismo [o que fica sempre bem], ao mesmo tempo que não hostiliza os eleitores do Bloco de Esquerda.


O problema é que a resistência à mudança por parte deste partido é notória [nem que seja por imperativo ideológico], logo a alternativa de esquerda do PCP passa pelas propostas de sempre.
Um partido que afirma não ter ficado à espera que “o PS e a sua política caiam de maduros”, tem de ter consciência que sem regeneração, o PCP e as suas políticas correm o risco de “cair de podres”.

O maravilhoso futuro da política




Sobre as eleições para os órgãos distritais da Juventude Social-Democrata de Lisboa:


“…processo eleitoral de “contornos pouco esclarecidos”

“Neste processo estão em causa todos os princípios de democraticidade”

“Isto ainda não é o Zimbabwe.”

“O parecer do CJN é ininteligível e por isso tenho alguma dificuldade em aceitá-lo, quer quanto ao conteúdo, quer quanto à forma”


“…não dando os 30 dias fixados pelos estatutos.”


Muito bem. Estes Jotas conseguiram provar que aprenderam bem as lições dos mais velhos. Sede de poder, manipulações, meias verdades, acusações, ataques aos princípios, quezílias… Corro o risco de afirmar que estes jovens irão se encaixar na política portuguesa como uma luva. Parabéns e continuem no bom caminho…

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Disciplina do mesmo sexo


Apesar das opiniões contrárias de alguns deputados [tais como, António José Seguro e Manuel Alegre], que levaram mesmo à contestação da disciplina de voto enquanto regra, o PS irá manter essa disciplina nos projectos do PEV e do BE, adicionando uma declaração de voto [da bancada socialista] afirmando que o voto "não é contra os casamentos das pessoas do mesmo sexo, está é contra a oportunidade" [a oportunidade de vir a perder votos].


Alberto Martins é, quanto a mim, o deputado com melhores intervenções sobre esta matéria:

O PS concedeu a liberdade de voto ao ex-líder da JS, Pedro Nuno Santos. Isso deveu-se ao reconhecimento da luta da JS pelo casamento entre pessoas do mesmo sexo. O que é fantástico… o problema é que eu tinha em mente que não foi só a JS que se debateu por esta causa… parece-me… De qualquer das maneiras o que aqui interessa, é que para Alberto Martins a admissão da quebra da disciplina de voto [para uma pessoa… sim, uma] é uma "afirmação de pluralismo". Para mim [e para qualquer pessoa sem o rabo preso no caso] uma afirmação de pluralismo seria a liberdade de voto, e não o seu oposto.

Depois, Alberto Martins excedeu-se no brilhantismo político, quando considerou que, "a maioria, de forma muito expressiva, aprovou a disciplina de voto".
Ora, de 121 deputados do grupo parlamentar do PS, 67 compareceram à reunião, dos quais 47 votaram a favor [contra 20]. Eu compreendo o porquê de se desconsiderar os 54 deputados que não compareceram, pois todos nós sabemos que a maior parte dos deputados está lá para encher chouriços, mas até fica feio esfregar isso na cara dos cidadãos…


Mário Lino disse…



O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, disse hoje em Braga que as portagens nas Scut vão ser introduzidas "o mais depressa possível", garantindo …” Público

Perdi o interesse pela notícia, mal vi que Mário Lino estava a garantir alguma coisa…